O coração começa a bater compulsivamente, falta espaço dentro do peito e ele não se conforma com isso. Começa a sufocar os sentimentos, reprimir as emoções. Mas isso não é o suficiente e, então, tudo vem à tona: várias imagens, cenas, músicas... São todos atos de uma mesma peça. E tudo está ali, gravado na memória, como um álbum de recordações.
Começa-se a recorda cada momento. E embaixo das fotos vêm as legendas como “hoje faz sol, porque ele brilha dentro de mim”. Parece só mais um clichê, mas fazia sentido. Era tão verdadeiro. Era um clipe da música preferida. Um ‘trailer’ de uma comédia romântica. Comédia sim, porque eram divertidos os dias. Os sonhos, as histórias.
Este é um álbum de recordação feito a mão. Pensado e sentido em cada detalhe. Cada confecção, cada brilho, cada magia. E em cada foto um significado, uma forma de gravar um sentimento que chamavam de amor.
Perfeito, em essência e substancialmente. Era um amor feito de verbos e não apenas de substantivos e adjetivos. Um amor feito de ações e demonstrações. Um amor concreto e abstratamente belo. Era mais que uma obra de arte, era surrealmente linda. Era um sonho. Uma poesia feita em prosa. Uma prosa feita em versos. Um best-seller.
Mas só um detalhe passou despercebido: álbuns de recordações só guardam fotos de bons momentos. Ninguém tira foto daquela briga, a mais séria, a que quase custou o fim do namoro, e escreve a baixo: o dia em que eu realmente descobri que te amava.
Álbum de recordações contém fotos dos momentos bonitos, aqueles momentos que se querem recordar sempre. Ninguém costuma gostar de relembrar o dia em que ele te falou coisas dolorosas, mostrou todos os seus defeitos e até chegou a dizer que não te amava mais. O dia em que ele te fez chorar e machucou profundamente seu coração.
Mas são exatamente esses dias que definem se é amor e que pode suportar tudo, ou se é só uma pequena chama, incapaz de suportar a uma leve brisa. São esses dias que mostram a verdade das juras de amor, a força em meio às fragilidades. São esses dias que mereciam serem registrados, porque são eles que provam o amor e o mostra verdadeiro.
E foram esses dias que vieram à memória dela. Que a fizeram ver o quanto ela o amava e o quanto ele a amava. Esses dias que estavam no álbum de recordações dela. Ela guardava todos os momentos felizes na memória, mas eles estavam registrados em um álbum real. Agora os momentos difíceis, eram os que a faziam rir agora, porque eram tantos eventos que podiam significar um fim, mas só mostravam uma continuidade e uma força.
E nessas recordações difíceis é que ela trazia o conforto para a dor que sentia naquele exato momento. Foram tantas crises superadas, tantas situações dolorosas. Mas nada fazia aquele amor terminar. Então, não seria agora que esse ‘amor eterno’ acabaria. Ela se sentiu tão consolada agora. Deu então o mais forte suspiro, derramou sua última lágrima e pode, então, continuar a sua história.
Recordar: trazer de volta ao coração. Não é isso que buscamos todos os dias?! Trazer os melhores sentimentos. Falar de amor não é simples, mas sempre será necessário. É uma forma de transcender, extravasar... Falar de “peito aberto e com a alma cantando”, como quem fala de algo raro. Advertência: Falar de amor é como ler um livro, as páginas podem cortar ou ferir, mas podem encantar.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Só por um dia
Eu queria viver um amor de um só dia. Um amor sem compromisso de um amanhã. Sei que isso pode não chegar nem perto de ser um amor de verdade, mas ao menos uma vez eu queria poder viver um “amor” assim sem me sentir culpada.
Queria a sensação de estar com aquela pessoa e aproveitar cada segunda e milésimo de segundo por saber que aquele será o único dia daquele amor. Queria um amor que não me fizesse chorar e nem sofrer por ele, não por não aceitar viver por alguém, mas porque esse amor de um dia só deve ser aproveitado em toda a sua intensidade, não deixando espaço para a dor.
Um amor assim, simples, sem complicações do dia-a-dia, porque ele só dura 24h, um amor que provavelmente deixaria saudades, mas sem dor nenhuma, porque ele seria quase uma fantasia.
Sei que esse não seria o amor mais puro, sonhado, verdadeiro e, tampouco, um amor de verdade. Mas é essa sensação de alegria que eu queria poder viver, por um dia. E eu queria que esse dia fosse hoje e que o amado fosse você.
Só por um dia eu queria não ter que resistir a você, um dia apenas e nada mais, mas um dia simples assim. Só eu e você, por um dia. Sem dever satisfações a ninguém no dia seguinte. Sem ter que me preocupar em ferir ninguém. Sem nada. Um amor sem dia seguinte, só por um dia.
Queria a sensação de estar com aquela pessoa e aproveitar cada segunda e milésimo de segundo por saber que aquele será o único dia daquele amor. Queria um amor que não me fizesse chorar e nem sofrer por ele, não por não aceitar viver por alguém, mas porque esse amor de um dia só deve ser aproveitado em toda a sua intensidade, não deixando espaço para a dor.
Um amor assim, simples, sem complicações do dia-a-dia, porque ele só dura 24h, um amor que provavelmente deixaria saudades, mas sem dor nenhuma, porque ele seria quase uma fantasia.
Sei que esse não seria o amor mais puro, sonhado, verdadeiro e, tampouco, um amor de verdade. Mas é essa sensação de alegria que eu queria poder viver, por um dia. E eu queria que esse dia fosse hoje e que o amado fosse você.
Só por um dia eu queria não ter que resistir a você, um dia apenas e nada mais, mas um dia simples assim. Só eu e você, por um dia. Sem dever satisfações a ninguém no dia seguinte. Sem ter que me preocupar em ferir ninguém. Sem nada. Um amor sem dia seguinte, só por um dia.
ELE
Eu nunca consegui disfarçar muito bem os meus sentimentos, nunca soube fingir desinteresse ou dissimilar certo gostar só para conseguir algo de alguém. E é essa transparência de sentimentos e emoções que torna a vida mais complicada.
ELE apareceu na minha história faz tanto tempo e eu não nem o menor valor... ELE era uma pessoa ótima e super divertida - devo admitir que carisma ELE tinha, até de mais. ELE podia ter qualquer pessoa aos pés DELE, aliás, todas elas queriam estar com ELE, mas eu não.
Eu gostava de outra pessoa, era perdidamente, inteiramente, simplesmente apaixonada por esse outro alguém. Por esse alguém eu daria a minha vida – confesso que até hoje seria capaz disso- e não tinha olhos e nem coração para amar intensamente mais ninguém. Passei tanto tempo com esse outro alguém – ao menos o meu coração estava lá, ainda que ele não.
E depois, tentei me desprender do outro alguém, arrisquei sempre nas pessoas erradas, sempre acabei sofrendo mais. Mas nunca pensei naquele que ELE, não tão freqüentemente. Eu queria algo sério e nunca imaginei ELE comigo, éramos o oposto, mas um oposto que nunca se atrairia.
Até que nos aproximamos mais e mais, como amigos a princípio. ELE parecia cada vez mais perfeitinho, como podia ser tão fofo, lindo e “jeitoso” – comentário indiscreto: ELE tem pegada, um excelente abraço e atitude. Mas o que me admirava é que eu o estava amando cada vez mais, sempre como amigo, mas amando de verdade, a ponto de não conseguir ver mais a minha vida longe DELE.
Eu gostava DELE, queria vê-lo bem todos os dias, não gostava quando o faziam mal e gostava muito de conversar com ELE. É claro que não chegávamos nem perto de sermos, se quer, melhores amigos, mas nada disso importava. A brincadeira foi ficando mais séria, ai eu virei a “namorada-postiça”, aquela que estava ali para o que ELE precisasse, conversar, dar conselho, ouvir, pagar um sorvete, sair pra arejar, qualquer coisa...
E essa brincadeira de namorada ficou séria demais para mim e eu sabia disso, nunca dá certo brincar assim, nunca dá certo brincar com sentimentos porque alguém sempre se machuca e eu temia que fosse eu...
Eu estava gostando de outra pessoa, encantada por ele, o meu Best friend, mas o Best estava viajando. Eu sentia saudades dele todos os dias e a coincidência é que o Best e ELE tinham o mesmo nome. O meu Best estava nos meus pensamentos todos os dias – e ainda está, ele é único para mim, guardo um carinho que não sei descrever, mas ele também nem sabia que eu existia.
ELE era o garoto que uma amiga gostava, o ex de outra, ou seja, proibido para mim por vários motivos, mas mesmo assim, nós éramos namorados de mentirinha. Mas, de tanto dizer que gostava DELE, acabei acreditando. Não era a mesma coisa que eu senti pelo ex, nem o que eu sento pelo Best, mas era uma mistura de “vontade de estar com ELE” com um carinho enorme, uma vontade de não querer sair de perto. Eu ainda gosto do Best e é o que me motiva a não arriscar nada com ELE, eu acredito que vale a pena esperar pelo Best, mas eu queria que ELE fosse meu “amor” de um dia.
Meu Best está na maior parte dos meus pensamentos, por vezes até quando estou com ELE, mas ele me rouba muitos pensamentos e eu doaria todo meu tempo para ELE. Eu desejo mais que tudo que o Best volte para que eu recupere a sanidade e a atenção. Torço para que a minha amiga volte logo para que eles se acertem e eu deixe de me iludir. Mas às vezes penso que gostaria de tê-lo conhecido em outra época, em outro lugar, em outras circunstâncias... Qualquer coisa que me livrasse da culpa de querer estar com ELE e de querer aquilo que não posso e não devo ter.
Mas a culpa também é DELE, por ser tão especial e por me provocar tanto. Que garota pode resistir a um menino como ELE? E eu que sempre achei tudo isso improvável e meio bobo, agora entendo o porquê de todas as garotas quererem estar com ELE e porque é tão fácil para ELE ter todas elas a seus pés, ELE sabe conquistar e eu não quero ser só mais uma. Melhor mesmo é recuperar logo a sanidade, a maturidade e o bom senso. DELE é melhor ter só a amizade...
ELE apareceu na minha história faz tanto tempo e eu não nem o menor valor... ELE era uma pessoa ótima e super divertida - devo admitir que carisma ELE tinha, até de mais. ELE podia ter qualquer pessoa aos pés DELE, aliás, todas elas queriam estar com ELE, mas eu não.
Eu gostava de outra pessoa, era perdidamente, inteiramente, simplesmente apaixonada por esse outro alguém. Por esse alguém eu daria a minha vida – confesso que até hoje seria capaz disso- e não tinha olhos e nem coração para amar intensamente mais ninguém. Passei tanto tempo com esse outro alguém – ao menos o meu coração estava lá, ainda que ele não.
E depois, tentei me desprender do outro alguém, arrisquei sempre nas pessoas erradas, sempre acabei sofrendo mais. Mas nunca pensei naquele que ELE, não tão freqüentemente. Eu queria algo sério e nunca imaginei ELE comigo, éramos o oposto, mas um oposto que nunca se atrairia.
Até que nos aproximamos mais e mais, como amigos a princípio. ELE parecia cada vez mais perfeitinho, como podia ser tão fofo, lindo e “jeitoso” – comentário indiscreto: ELE tem pegada, um excelente abraço e atitude. Mas o que me admirava é que eu o estava amando cada vez mais, sempre como amigo, mas amando de verdade, a ponto de não conseguir ver mais a minha vida longe DELE.
Eu gostava DELE, queria vê-lo bem todos os dias, não gostava quando o faziam mal e gostava muito de conversar com ELE. É claro que não chegávamos nem perto de sermos, se quer, melhores amigos, mas nada disso importava. A brincadeira foi ficando mais séria, ai eu virei a “namorada-postiça”, aquela que estava ali para o que ELE precisasse, conversar, dar conselho, ouvir, pagar um sorvete, sair pra arejar, qualquer coisa...
E essa brincadeira de namorada ficou séria demais para mim e eu sabia disso, nunca dá certo brincar assim, nunca dá certo brincar com sentimentos porque alguém sempre se machuca e eu temia que fosse eu...
Eu estava gostando de outra pessoa, encantada por ele, o meu Best friend, mas o Best estava viajando. Eu sentia saudades dele todos os dias e a coincidência é que o Best e ELE tinham o mesmo nome. O meu Best estava nos meus pensamentos todos os dias – e ainda está, ele é único para mim, guardo um carinho que não sei descrever, mas ele também nem sabia que eu existia.
ELE era o garoto que uma amiga gostava, o ex de outra, ou seja, proibido para mim por vários motivos, mas mesmo assim, nós éramos namorados de mentirinha. Mas, de tanto dizer que gostava DELE, acabei acreditando. Não era a mesma coisa que eu senti pelo ex, nem o que eu sento pelo Best, mas era uma mistura de “vontade de estar com ELE” com um carinho enorme, uma vontade de não querer sair de perto. Eu ainda gosto do Best e é o que me motiva a não arriscar nada com ELE, eu acredito que vale a pena esperar pelo Best, mas eu queria que ELE fosse meu “amor” de um dia.
Meu Best está na maior parte dos meus pensamentos, por vezes até quando estou com ELE, mas ele me rouba muitos pensamentos e eu doaria todo meu tempo para ELE. Eu desejo mais que tudo que o Best volte para que eu recupere a sanidade e a atenção. Torço para que a minha amiga volte logo para que eles se acertem e eu deixe de me iludir. Mas às vezes penso que gostaria de tê-lo conhecido em outra época, em outro lugar, em outras circunstâncias... Qualquer coisa que me livrasse da culpa de querer estar com ELE e de querer aquilo que não posso e não devo ter.
Mas a culpa também é DELE, por ser tão especial e por me provocar tanto. Que garota pode resistir a um menino como ELE? E eu que sempre achei tudo isso improvável e meio bobo, agora entendo o porquê de todas as garotas quererem estar com ELE e porque é tão fácil para ELE ter todas elas a seus pés, ELE sabe conquistar e eu não quero ser só mais uma. Melhor mesmo é recuperar logo a sanidade, a maturidade e o bom senso. DELE é melhor ter só a amizade...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Republicando...
FAZ-DE-CONTA!
Faz de conta que isso aqui é um sonho... O seu sonho! E em sonho tudo é possível. Faz de conta que você está com aquele garoto... Faz de conta que vocês estão em um jardim, faz de conta que é o mais lindo que já viu.
Faz de conta que está de noite. Faz de conta que a lua brilha só para vocês. Faz de conta que, dentre todas as infinitas estrelas, uma pertence a esse amor e não há outro dono além de você e ele. Faz de conta que ele nunca te esqueceu. Faz de conta que ele é só seu... Faz de conta que vocês se amam!
Faz de conta que é um piquenique e que tem Toddynho, ou Coca-cola, ou suco... Que tem bolo, paçoca, ou “aquele” chocolate... Faz de conta que é a música é a mesma do primeiro encontro - no banco em frente ao seu jardim, em plena segunda-feira de lua cheia-. Faz de conta que ele diz palavras lindas e que todas são sinceras...
Faz de conta que ele te olha nos olhos e realmente entende seu coração. Faz de conta que pode confiar nele e que pode até pular, que pode voar! Faz de conta que não existe o acaso, que só o “destino” os guia e que se estão aqui é porque deveriam estar.
Faz de conta que ele te dá orquídeas ao invés de rosas amarelas. Faz de conta que essa história tem dois lados e que a princesa que não precisa de um exército também pode ter um príncipe a seu lado.
Faz de conta que não há motivos para ter medo, afinal “todos se assustam, não há motivos para fugir”. Faz de conta que não precisa chorar... Faz de conta que você pode ficar! Faz de conta que finalmente pode provar “Brownie com calda e sorvete caseiro”- a combinação perfeita! Faz de conta que está completa e que encontrou “The perfect man”.
Faz de conta que deu tudo certo e que o baile é hoje. Faz de conta que não precisa mais ser “The girl a move”... Faz de conta que estão felizes e comemorando porque a noite é de apenas de vocês dois... Faz de conta que esse sonho é real... Faz de conta que é para sempre! Apenas, faça de conta...
Ou então, esquece... Simplesmente, acorde! Atrasada para a aula de novo, que hoje tem prova de matemática... Que a vida é chata! E você só se frustra, só sofre... Arrume suas malas, mude-se de novo, complique sua vida e “faça” novos amigos! Porque você está sempre fugindo?! De que tem tanto medo?! Para que chorar?!
Esqueça de ter esperanças, esqueça o amor, esqueça os seus sonhos! Faça da sua vida um jornal que só tem más notícias, sem nem ao menos uma história em quadrinhos que te faça rir ou cruzadinhas para serem feitas à caneta...
Viva de migalhas! Sem trilhas sonoras, sem Tim Maia para te embalar, sem romance... Sua vida até poderia ser como um filme, se você não tivesse feito dela uma história sem graça – que ninguém vai ler.
Tudo passou tão depressa que você nem notou, esqueceu de abrir as janelas e a Luz não entrou, as flores no jardim morreram por “falta de você”... Sua lembrança se tornou apenas um retrato na carteira de alguém que cansou desse seu jeito de “morrer a cada dia”. Você tem a oportunidade de mudar a sua vida, mas a escolha é sua. Tem que ser hoje, tem que ser agora, ou nunca mais você terá coragem. “Embarque nesse carrossel” ou então esqueça... Desista de amar!
Porque o amor só acaba quando você para de escrever as páginas do seu diário, do seu conto de fadas - do seu blog... Seu faz-de-conta pode ser uma “ilusão quase real” para sempre. Basta que você queira...
Faz de conta que isso aqui é um sonho... O seu sonho! E em sonho tudo é possível. Faz de conta que você está com aquele garoto... Faz de conta que vocês estão em um jardim, faz de conta que é o mais lindo que já viu.
Faz de conta que está de noite. Faz de conta que a lua brilha só para vocês. Faz de conta que, dentre todas as infinitas estrelas, uma pertence a esse amor e não há outro dono além de você e ele. Faz de conta que ele nunca te esqueceu. Faz de conta que ele é só seu... Faz de conta que vocês se amam!
Faz de conta que é um piquenique e que tem Toddynho, ou Coca-cola, ou suco... Que tem bolo, paçoca, ou “aquele” chocolate... Faz de conta que é a música é a mesma do primeiro encontro - no banco em frente ao seu jardim, em plena segunda-feira de lua cheia-. Faz de conta que ele diz palavras lindas e que todas são sinceras...
Faz de conta que ele te olha nos olhos e realmente entende seu coração. Faz de conta que pode confiar nele e que pode até pular, que pode voar! Faz de conta que não existe o acaso, que só o “destino” os guia e que se estão aqui é porque deveriam estar.
Faz de conta que ele te dá orquídeas ao invés de rosas amarelas. Faz de conta que essa história tem dois lados e que a princesa que não precisa de um exército também pode ter um príncipe a seu lado.
Faz de conta que não há motivos para ter medo, afinal “todos se assustam, não há motivos para fugir”. Faz de conta que não precisa chorar... Faz de conta que você pode ficar! Faz de conta que finalmente pode provar “Brownie com calda e sorvete caseiro”- a combinação perfeita! Faz de conta que está completa e que encontrou “The perfect man”.
Faz de conta que deu tudo certo e que o baile é hoje. Faz de conta que não precisa mais ser “The girl a move”... Faz de conta que estão felizes e comemorando porque a noite é de apenas de vocês dois... Faz de conta que esse sonho é real... Faz de conta que é para sempre! Apenas, faça de conta...
Ou então, esquece... Simplesmente, acorde! Atrasada para a aula de novo, que hoje tem prova de matemática... Que a vida é chata! E você só se frustra, só sofre... Arrume suas malas, mude-se de novo, complique sua vida e “faça” novos amigos! Porque você está sempre fugindo?! De que tem tanto medo?! Para que chorar?!
Esqueça de ter esperanças, esqueça o amor, esqueça os seus sonhos! Faça da sua vida um jornal que só tem más notícias, sem nem ao menos uma história em quadrinhos que te faça rir ou cruzadinhas para serem feitas à caneta...
Viva de migalhas! Sem trilhas sonoras, sem Tim Maia para te embalar, sem romance... Sua vida até poderia ser como um filme, se você não tivesse feito dela uma história sem graça – que ninguém vai ler.
Tudo passou tão depressa que você nem notou, esqueceu de abrir as janelas e a Luz não entrou, as flores no jardim morreram por “falta de você”... Sua lembrança se tornou apenas um retrato na carteira de alguém que cansou desse seu jeito de “morrer a cada dia”. Você tem a oportunidade de mudar a sua vida, mas a escolha é sua. Tem que ser hoje, tem que ser agora, ou nunca mais você terá coragem. “Embarque nesse carrossel” ou então esqueça... Desista de amar!
Porque o amor só acaba quando você para de escrever as páginas do seu diário, do seu conto de fadas - do seu blog... Seu faz-de-conta pode ser uma “ilusão quase real” para sempre. Basta que você queira...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Deus, faz-me sorri!
"Acordei pedindo a Deus um motivo para sorrir;
Sorri para motivar o dia;
Motivei-me vendo o teu olhar mais brincalhão;
Brinquei com o teu jeito de me falar;
Falei como quem não quer nada;
Quis como se fosse a pessoa mais importante;
Importei-me como quem ama de coração;
Amei como quem doa toda a sua vida.
Vivi com a intensidade de quem sabe que a existência é breve;
Existi como em um sonho de doces alegrias;
Sonhei como quem não deseja mais acordar;
Desejei com a alma mais pura dos apaixonados;
Apaixonei-me com a graça dos que apreciam cada detalhe;
Apreciei-te como se fosse o mais belo desenho
Desenhei-te com ar de quem recorda cada pequeno traço;
Recordei que em cada sonho tu se fazias presente;
E presentes em mim, pedi a Deus que te trouxesse para mim:
O mais nobre e belo motivo para sorrir!"
Sorri para motivar o dia;
Motivei-me vendo o teu olhar mais brincalhão;
Brinquei com o teu jeito de me falar;
Falei como quem não quer nada;
Quis como se fosse a pessoa mais importante;
Importei-me como quem ama de coração;
Amei como quem doa toda a sua vida.
Vivi com a intensidade de quem sabe que a existência é breve;
Existi como em um sonho de doces alegrias;
Sonhei como quem não deseja mais acordar;
Desejei com a alma mais pura dos apaixonados;
Apaixonei-me com a graça dos que apreciam cada detalhe;
Apreciei-te como se fosse o mais belo desenho
Desenhei-te com ar de quem recorda cada pequeno traço;
Recordei que em cada sonho tu se fazias presente;
E presentes em mim, pedi a Deus que te trouxesse para mim:
O mais nobre e belo motivo para sorrir!"
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Despertar - ou não...
E quando tudo que se quer é adormecer?
Fechar os olhos e não ver mais nada. Apenas sonhar, apenas descansar, apenas ficar tranqüilo. Respirar e sentir nesse ar a doce fragrância de se estar amando, o doce perfume de ser correspondido. Viver aquele sonho como o mais lindo, o mais desejado, o mais real.
E quando tudo o que não se quer é acordar?
Viver toda essa realidade de novo, confusa e sem direção certa. Um sonho tão bom que de repente acaba assim que o relógio desperta. E esse despertar parece o mais triste de todos, não pela preguiça, mas por te impedir de sonhar. E parece difícil demais acordar...
Fechar os olhos e não ver mais nada. Apenas sonhar, apenas descansar, apenas ficar tranqüilo. Respirar e sentir nesse ar a doce fragrância de se estar amando, o doce perfume de ser correspondido. Viver aquele sonho como o mais lindo, o mais desejado, o mais real.
E quando tudo o que não se quer é acordar?
Viver toda essa realidade de novo, confusa e sem direção certa. Um sonho tão bom que de repente acaba assim que o relógio desperta. E esse despertar parece o mais triste de todos, não pela preguiça, mas por te impedir de sonhar. E parece difícil demais acordar...
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
People Change
Pessoas mudam...
Sim! Constantemente, diariamente, a cada momento...
Pessoas mudam...
Mudam de roupa, de corte de cabelo, de estilo, de preferências...
Mudam de jeito, de comportamento, de aparência, de maturidade...
Mudam, de rotina, de vida, de escola, de profissão, de cidade...
Mudam cada canto da casa para se sentirem mais aconchegadas no lugar que antes era o melhor lugar para se estar.
Mudam por estarem cansadas de estar aonde estão, mesmo que estejam onde queriam estar.
Mudam para sair da rotina, mas cansam rápido de não ter rotina.
Mudam para melhorar os ares, para conhecer outros lugares, para aproveitar melhor a vida.
Pessoas mudam o tempo inteito...
Mas os sentimentos mudam?!
Mudam na mesma velocidade que as pessoas?
Mudam a ponto de um dia amar, no outro ser indiferente?
É possível mudar os sentimentos?
Ou só tentamos mascará-los para não o reconhecermos, maquiá-los para ficarem mais bonito, esconde-los para não sofrermos?
Sentimentos são como boboletas que fazem seus casulos e se transformam, virando seres belos e encantadores?
E se essa mesma borboleta sair voando e não voltar?
Ir embora bem no momento em que fica lindo, quando se torna um sonho real, é possível?
As pessoas mudam...
Mas os sentimentos...
É sempre amor, mesmo que mude?
Sim! Constantemente, diariamente, a cada momento...
Pessoas mudam...
Mudam de roupa, de corte de cabelo, de estilo, de preferências...
Mudam de jeito, de comportamento, de aparência, de maturidade...
Mudam, de rotina, de vida, de escola, de profissão, de cidade...
Mudam cada canto da casa para se sentirem mais aconchegadas no lugar que antes era o melhor lugar para se estar.
Mudam por estarem cansadas de estar aonde estão, mesmo que estejam onde queriam estar.
Mudam para sair da rotina, mas cansam rápido de não ter rotina.
Mudam para melhorar os ares, para conhecer outros lugares, para aproveitar melhor a vida.
Pessoas mudam o tempo inteito...
Mas os sentimentos mudam?!
Mudam na mesma velocidade que as pessoas?
Mudam a ponto de um dia amar, no outro ser indiferente?
É possível mudar os sentimentos?
Ou só tentamos mascará-los para não o reconhecermos, maquiá-los para ficarem mais bonito, esconde-los para não sofrermos?
Sentimentos são como boboletas que fazem seus casulos e se transformam, virando seres belos e encantadores?
E se essa mesma borboleta sair voando e não voltar?
Ir embora bem no momento em que fica lindo, quando se torna um sonho real, é possível?
As pessoas mudam...
Mas os sentimentos...
É sempre amor, mesmo que mude?
Assinar:
Postagens (Atom)